VIVER A MARQUESA DE ALORNA

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Image via Wikipedia

TEXTO DE REFERÊNCIA PARA ALUNOS E PROFESSORES: DEZOITO ANOS PRISIONEIRA ( cap.4 da obra 10 Grandes Portugueses, de Maria Isabel Soares)

OBRA DA MARQUESA DE ALORNA ( edição digital da Biblioteca Nacional)

ARTIGOS DISPONÍVEIS ON-LINE SOBRE A MARQUESA DE ALORNA

NOTÍCIAS
“Marquesa de Alorna”, de Maria João Lopo de Carvalho (Notícia sobre a obra lançada a 6 de Outubro de 2011 )
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5 Comments

  1. Inaugurada a ligação, que outras se sigam …

    Leonor de Almeida é, mesmo, uma personagem fascinate. Ela pode ser admirada de diferentes perspetivas.

    Experimentem que vão gostar!

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  2. Era uma vez uma menina que “tocava piano e falava francês” …

    É verdade, e que para além do português, lia e falava também latim, inglês, alemão, italiano e espanhol …

    Chamava-se Leonor de Almeida e faz hoje, dia 31 de outubro, 161 que nasceu.

    Era uma menina aristocrata, descendente dos proscritos Távoras, mas não era uma coquete.

    Os 18 anos de clausura forçada aproveitou-os bem, leu não só os clássicos como muitos dos seus contemporâneos vanguardistas, nomeadamente os iluministas Voltaire, Rousseau, D’Alembert.

    Por artes e artimanhas leu na clausura até livros censurados e proibidos, aos quais só se acedia com autorização expressa …

    Frequentava bibliotecas públicas, em Portugal e no estrangeiro, quando nem sequer as regras proibiam o acesso a mulheres, essa era uma regra que não era necessário ser escrita …

    Parabéns Leonor, não pelo aniversário, mera convenção temporal, mas pela vida intelectual e pouco convencional que teve e cultivou.

    Que excelente patrona para uma escola!

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  3. Sim, uma excelente patrona para uma (a nossa) escola!

    Dona Leonor de Almeida, ou melhor, a Marquesa de Alorna, ou melhor ainda, Alcipe, deixou uma obra extensa, mas pouco conhecida (falo também por mim).

    Para entusiasmar as nossas pesquisas, aqui vai um poema de que gostei particularmente:

    Como está sereno o céu,
    como sobe mansamente
    a Lua resplandecente
    e esclarece este jardim!

    Os ventos adormeceram;
    das frescas águas do rio
    interrompe o murmúrio
    de longe o som de um clarim.

    Acordam minhas ideias,
    que abrangem a Natureza;
    e esta nocturna beleza
    vem meu estro incendiar.

    Mas, se à lira lanço a mão,
    apagadas esperanças
    me apontam cruéis lembranças,
    e choro em vez de cantar.

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