O Concurso «Eu conto!» é uma iniciativa do Plano Nacional de Leitura, em parceria com o Banco Popular, que se enquadra na 6ª Edição da Semana da Leitura e que tem como temática central a COOPERAÇÃO/ SOLIDARIEDADE.Os alunos e os professores interessados poderão passar na BE para ler o regulamento e tirar qualquer dúvida.Participem!
A Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, a Rede de Bibliotecas Escolares e o Plano Nacional de Leitura lançam, em parceria, um concurso de leitura e escrita em Língua Portuguesa, designado por Ler em Português.
As escolas e as bibliotecas escolares instituem-se como pólos dinamizadores do referido concurso.
Faz pensar um pouco ( ou muito…), mas os leitores com mais requisições de livros são os alunos de 7º ano.É curioso pensarmos porquê e, daqui, fica o desafio: por que razão se perdem tantos leitores à medida que os alunos vão avançando na idade?
Adriane Viana, Cristiano Faria e Matilde Loureiro foram os protagonistas da ” história da leitura no 1º período”.Receberam um prémio simbólico que assinala o gosto e a felicidade que sentimos quando se vão fazendo leitores de livros em tempos de leitores nos computadores…
Excerto de uma entrevista de Umberto Eco ao jornal i em 5 de Dezembro de 2009
Mas também disse que as listas podem trazer ordem. Quer então dizer que tanto a ordem como a anarquia se aplicam neste caso? Isso tornaria perfeitas para si a internet e as listas criadas pelo motor de pesquisa Google.
“Sim, no caso do Google, ambos os conceitos convergem. O Google cria uma lista, mas no momento em que olho para a lista que o Google gerou, ela já mudou. Essas listas podem ser perigosas – não para os adultos como eu, que adquiriram conhecimento de outro modo -, mas para os jovens, para quem o Google é uma tragédia. As escolas deveriam ensinar a arte da discriminação.”
Está a dizer que os professores deviam ensinar aos estudantes a diferença entre bom e mau? E, nesse caso, como o fariam?
“A educação deveria regressar às estratégias das oficinas da Renascença. Aí, os mestres podiam não ser capazes de explicar aos alunos por que razão uma pintura era boa em termos teóricos, mas faziam-no de maneiras mais práticas. Olha, isto é o aspecto que o teu dedo pode ter e este é aquele que deve ter. Olha, esta é uma boa combinação de cores. A mesma abordagem deveria ser utilizada nas escolas quando se lida com a internet. O professor deveria dizer: “Escolham qualquer assunto: a história da Alemanha ou a vida das formigas. Pesquisem em 25 páginas web diferentes, comparando-as, e tentem descobrir qual tem informação importante e pertinente”. Se dez páginas disserem a mesma coisa, pode ser sinal de que essa informação está correcta. Mas isso também pode acontecer porque alguns sites se limitaram a copiar os erros dos outros.”
No dia 30 de Novembro realizou-se na biblioteca uma sessão de literacia financeira para as turmas do CEF 1 A e CEF 2A para ajudar os jovens a gerir melhor os seus orçamentos e os das suas famílias. As professoras responsáveis, Lurdes Santos e Madalena Serrudo, tinham por objetivo sensibilizar os alunos para a importância de uma atitude consciente e económica face aos desafios colocados às famílias neste domínio. Foram dadas várias e importantes dicas pela oradora responsável, membro das equipas GERIR e POUPAR da DECO de Santarém.Toda a assistência viu reforçada a sua vontade de planificar com equilíbrio o respetivo orçamento, assumindo uma atitude de poupança e de organização das despesas e das receitas.
A ideia central passada nesta ação foi a de que ” O DINHEIRO NÃO CAI DO CÉU”, sendo precisamente este o slogan da brochura que foi distribuída a todos os presentes.
Para memória futura fica aqui um apontamento genial sobre a necessidade de TODOS sermos menos consumistas…Recomenda-se o seu visionamento!
E a todos os presentes na ação espera-se que façam abaixo a respetiva avaliação