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Concurso “Eu conto!”

O Concurso «Eu conto!» é uma iniciativa do Plano Nacional de Leitura, em parceria com o Banco Popular, que se enquadra na 6ª Edição da Semana da Leitura e que tem como temática central  a COOPERAÇÃO/ SOLIDARIEDADE.Os  alunos  e os professores interessados poderão passar na BE para ler o regulamento e tirar qualquer dúvida.Participem!

 

  Consulte o regulamento!   

CONCURSO ” LER EM PORTUGUÊS”

REGULAMENTO CONCURSO 2011/12

 

A Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, a Rede de Bibliotecas Escolares e o Plano Nacional de Leitura lançam, em parceria, um concurso de leitura e escrita em Língua Portuguesa, designado por Ler em Português.
As escolas e as bibliotecas escolares instituem-se como pólos dinamizadores do referido concurso.

Faz pensar um pouco ( ou muito…), mas os leitores com mais requisições de livros são os alunos de 7º ano.É curioso pensarmos porquê e, daqui, fica o desafio: por que razão se perdem tantos leitores à medida que os alunos vão avançando na idade?

Adriane Viana, Cristiano Faria e Matilde Loureiro foram os protagonistas da ” história da leitura no 1º período”.Receberam um prémio simbólico que assinala o gosto e a felicidade que sentimos quando se vão fazendo leitores de livros em tempos de leitores nos computadores…

PARABÉNS AOS VENCEDORES!!!

Autor do mês na BECRE: Umberto Eco

Excerto de uma entrevista de Umberto Eco ao jornal i em 5 de Dezembro de 2009

Mas também disse que as listas podem trazer ordem. Quer então dizer que tanto a ordem como a anarquia se aplicam neste caso? Isso tornaria perfeitas para si a internet e as listas criadas pelo motor de pesquisa Google. 

“Sim, no caso do Google, ambos os conceitos convergem. O Google cria uma lista, mas no momento em que olho para a lista que o Google gerou, ela já mudou. Essas listas podem ser perigosas – não para os adultos como eu, que adquiriram conhecimento de outro modo -, mas para os jovens, para quem o Google é uma tragédia. As escolas deveriam ensinar a arte da discriminação.”

Está a dizer que os professores deviam ensinar aos estudantes a diferença entre bom e mau? E, nesse caso, como o fariam?

A educação deveria regressar às estratégias das oficinas da Renascença. Aí, os mestres podiam não ser capazes de explicar aos alunos por que razão uma pintura era boa em termos teóricos, mas faziam-no de maneiras mais práticas. Olha, isto é o aspecto que o teu dedo pode ter e este é aquele que deve ter. Olha, esta é uma boa combinação de cores. A mesma abordagem deveria ser utilizada nas escolas quando se lida com a internet. O professor deveria dizer: “Escolham qualquer assunto: a história da Alemanha ou a vida das formigas. Pesquisem em 25 páginas web diferentes, comparando-as, e tentem descobrir qual tem informação importante e pertinente”. Se dez páginas disserem a mesma coisa, pode ser sinal de que essa informação está correcta. Mas isso também pode acontecer porque alguns sites se limitaram a copiar os erros dos outros.”

Image of Italian writer, Umberto Eco.
Signature of Umberto Eco. Redrawn in SVG by Di...

O Bibliotecário

O bibliotecário, quadro pintado pelo pintor italiano  Giuseppe Arcimboldo ( 1527?-1593?)

Movimento SIM, porque acreditar é preciso!

 Manifesto sim

 

GERIR E POUPAR..é o que está a dar!

No dia 30 de Novembro realizou-se na biblioteca uma sessão de literacia financeira para as turmas do CEF 1 A e CEF 2A para ajudar os jovens a gerir melhor os seus orçamentos e os das suas famílias. As professoras responsáveis, Lurdes Santos e Madalena Serrudo, tinham por objetivo sensibilizar os alunos para a importância de uma atitude consciente e económica face aos desafios colocados às  famílias neste domínio. Foram dadas várias e importantes dicas pela oradora responsável, membro das equipas GERIR e POUPAR da DECO de Santarém.Toda a assistência viu reforçada a sua vontade de planificar com equilíbrio o respetivo orçamento, assumindo uma atitude de poupança e de organização das despesas e das receitas.

A ideia central passada nesta ação foi  a de que ” O DINHEIRO NÃO CAI DO CÉU”, sendo precisamente este o slogan da brochura que foi distribuída a todos os presentes.

Para memória futura fica aqui um apontamento genial sobre a necessidade de TODOS sermos menos consumistas…Recomenda-se o seu visionamento!

 

E a todos os presentes na ação espera-se que façam abaixo a respetiva avaliação

Feira medieval nos 600 anos do foral de Almeirim

Para ouvir a voz de Amália com letra de Alberto Janes.Parabéns a Portugal!

CALDEIRADA

Em vésperas de caldeirada, o outro dia,
Já que o peixe estava todo reunido,
Teve o goraz a ideia de falar à assembleia,
No que foi muito aplaudido

Camaradas, principia a ordem do dia!
É tudo aquilo que for poluição,
Porque o homem, que é um tipo cabeçudo,
Resolveu destruir tudo, pois então!

E com tal habilidade e intensidade
Nas fulgurâncias  do génio, 
Que transforma a água pura numa espécie de mistura,
Que nem tem oxigénio 

E diz ele que é o rei da criação!
As coisas que a gente lhe ouve e tem que ser!
Mas a minha opinião, diz o pargo capatão,
Gostava de lha dizer!

Pois se a gente até se afoga! 
Grita a moga, por o homem ter estragado o ambiente!
Dar cabo da criação, esse pimpão,
Isso não é decente!

Diz do seu lugar: tá mal!, o carapau,
Porque, por estes caminhos,
Certo vamos mais ou menos ficando todos pequenos,
Assim como “jaquinzinhos”

Diz então o camarão, a certa altura:
Mas o que é que nós ganhamos por falar?
Ó seu grande camarão, pergunta então o cação,
Você nem quer refilar?

Se quer morrer, diz a lula toda fula,
Com a mania da cerveja e dos cafézes,
Morra lá à sua vontade, que assim seja!,
Para agradar aos fregueses!

Diz nessa altura a sardinha prá taínha:
Sabe a última do dia? A pescadinha, já louca,
Meteu o rabo na boca,
O que é uma porcaria!

Peço a palavra! gritou o caranguejo,
Eu, que tenho por mania observar,
Tenho estudado a questão e vejo a poluição 
Dia e noite a aumentar

Cai do céu a água pura
E a criatura pensa que aquilo que é dele é monopólio,
Vai a gente beber dela e a goela
Fica cheia de petróleo!

A terra e o mar são para o cidadão 
Assim como o seu palácio.
Se um dia lhe deito o dente
Paga tudo de repente ou eu não seja crustáceo! 

É um tipo irresponsável, grita o sável,
O homem que tal aquele!
Vai a proposta prá mesa: ou respeita a natureza,
Ou vamos todos a ele!

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